Portal Conhecer e Inovar Banco do Brasil • Gestum
Portal
Conhecer e Inovar
Um projeto em que uma plataforma educativa virou campo de conversa, dados e participação jovem.
ouvindo jovens.
> reunião de alinhamento
> ideias para ativar participação
> persona para puxar conversa
> fóruns de empreendedorismo
> desafios de inovação
> relatórios para orientar decisão
[ estratégia + interação + comunidade ]
Antes da comunidade responder, a estratégia precisava fazer a pergunta certa.
Na Gestum, como prestador de serviço em um projeto para o Banco do Brasil, participei desde o início da construção do Portal Conhecer e Inovar. Estive em alinhamentos conduzidos pela operação da Gestum com decisores do cliente, ajudando a transformar uma plataforma de conteúdo em um ambiente com motivo para participação.
O projeto convocava jovens universitários a contribuir com ideias para inovação, produtos, serviços, comunicação e ambiente de informação. Minha atuação entrou justamente nesse ponto: pensar formas de acionar a conversa, sugerir caminhos criativos, criar presença discursiva para os fóruns e manter a comunidade em movimento.
O escopo formal envolvia acompanhar postagens, impulsionar comentários, contribuir dentro dos desafios, observar ideias votadas e apoiar o fluxo de escolha e comunicação dos premiados. Na prática, o trabalho cresceu para algo mais amplo: redação, escuta, moderação, análise, relacionamento e leitura de comportamento.
Foi uma experiência com cliente de grande porte, linguagem institucional e público jovem. Exigia proximidade sem informalidade vazia, criatividade sem perder responsabilidade e atenção constante aos sinais deixados pelos participantes.
Abertura do projeto
Visão geral do Portal Conhecer e Inovar, com a presença do Banco do Brasil e da Gestum no ambiente de aprendizagem.
Ambiente de interação
O portal reunia conteúdos, cadastros e áreas de participação, criando pontos de contato entre marca e público jovem.
Fóruns e desafios
Os fóruns abertos e desafios restritos estruturavam a participação em torno de empreendedorismo, inovação, produtos, serviços e comunicação.
Persona Lucas Ribeiro
Criei a persona para interagir nos fóruns, alimentar a conversa e provocar novas respostas sem desviar o foco da comunidade.
BB Responde
Além da persona, o perfil institucional cuidava de dúvidas, críticas e comentários que pediam resposta mais direta do banco.
Relatórios e leitura
Os relatórios acompanhavam cadastros, acessos, ideias, curtidas, comentários, respostas e sinais qualitativos da comunidade.
O projeto também apareceu fora da plataforma.
Além dos relatórios internos, há registros públicos sobre a ação. A imprensa noticiou o concurso Pensa Universitário, explicando que o Banco do Brasil convocava correntistas universitários a sugerirem inovações para comunicação, produtos, benefícios e ambiente de informação. A postagem pública do Banco do Brasil reforça a existência do projeto e seu convite à participação.
Fontes públicas atuais consultadas para o paralelo de continuidade: página BB Universitários, Conta Universitária BB, Ourocard Universitário Internacional e BB Cash.
Os números finais mostram uma comunidade que entrou, voltou, comentou e propôs.
Ao cruzar os relatórios acumulados, mantive em destaque apenas os números consolidados do ciclo. O último relatório preserva o acumulado de cadastros e acessos, enquanto atualiza ideias, fóruns e comentários. Para evitar leitura duplicada, as ideias da persona foram separadas da participação espontânea dos usuários.
A liderança estava nos pequenos movimentos.
O case não foi sobre escrever respostas isoladas. Foi sobre criar um comportamento de participação dentro da plataforma. Cada intervenção precisava servir ao usuário, à mecânica do portal e à marca Banco do Brasil.
Lucas Ribeiro, a persona criada para circular nos fóruns, não entrava para competir com os participantes. Ele entrava para abrir caminho: puxava ideias, acolhia comentários e sugeria novas formas de participar. Já o perfil BB Responde segurava a camada institucional, respondendo dúvidas e questionamentos com cuidado de marca.
Também havia uma frente menos visível e muito importante: estar atento aos sinais. Uma pergunta recorrente podia virar ajuste de abordagem. Um comentário mais crítico podia indicar dúvida real. Uma boa ideia podia merecer acompanhamento. Era uma operação de linguagem com escuta ativa.
Participação desde o início, com sugestões criativas e caminhos de interação apresentados dentro da operação do projeto.
Criação de uma presença jovem para estimular ideias nos fóruns sem quebrar a proposta educativa.
Acompanhamento de interações, dúvidas e comentários, com respostas pensadas para manter o ambiente ativo.
Leitura de comportamento, incentivo à participação e cuidado com o ritmo da comunidade.
Organização de dados por período, com leitura de cadastros, acessos, ideias, curtidas e comentários.
Equilíbrio entre proximidade, educação, relacionamento e responsabilidade de marca.
Lucas Ribeiro deu rosto, ritmo e intenção à conversa.
A persona não foi criada como enfeite. Ela tinha papel funcional: entrar nos fóruns com jeito de participante, valorizar comentários bons, puxar novas respostas e conduzir o usuário para os desafios fechados. A voz precisava soar jovem, mas sem perder o objetivo do projeto.
O perfil público de Lucas partia de um estudante de Publicidade, com 23 anos, estágio em agência, desejo de crescer na carreira e interesse em viajar, estudar e ampliar repertório. O próprio desenho da persona indicava como o Banco poderia ajudá-lo: com empreendedorismo, educação financeira e inovação.
Empreendedorismo que vem de casa. Gostei.
Resposta pensada para acolher relato e manter a conversa em movimento.O jovem ajuda as empresas a escreverem uma nova história.
Uso de metáfora simples para ligar juventude, empresa e inovação.Mandar recado em forma de ideias.
A persona aproximava o fórum aberto dos desafios fechados.Também havia uma camada de leitura do ambiente digital.
Além de moderar, responder e estimular a participação, acompanhei a experiência do portal como quem observa uma conversa acontecendo em tempo real. O trabalho passava por leitura de navegação, comportamento nos conteúdos, dúvidas recorrentes, ideias mais votadas e oportunidades para melhorar a participação.
Na prática, isso transformava a operação em um ciclo vivo: olhar a plataforma, entender o atrito, responder com linguagem adequada, registrar o movimento e devolver informação útil para o time. Não era só postar. Era observar, interpretar e ajustar a forma de conduzir.
Quando o usuário comenta com repertório, o conteúdo deixa rastro.
Os comentários reais ajudam a mostrar a qualidade da interação. Havia elogio, dúvida, crítica, sugestão e relato pessoal. Em vez de olhar apenas para volume, a análise separou os tipos de participação para entender o que cada resposta dizia sobre interesse, atrito e colaboração.
Muito interativo, e faz a gente pensar sobre nossas finanças. Gostei.Participante / Quiz finanças pessoais
Faltam mais opções referentes a um estudante universitário.Participante / Perfil crítico-opinativo
O cartão de crédito é apenas uma ferramenta, um meio de pagamento.Participante / Vlog Cartão não é vilão
Ótima iniciativa do Banco do Brasil em criar uma cartilha para smartphones.Participante / Cartilha online
Não sabia que existia todas essas opções de crédito, investimento e até mesmo consórcio.Participante / Cartilha online
Excelente material, pois orienta o cliente de forma simples e explicativa.Participante / Perfil colaborativo
Esses comentários revelam algo que não aparece só no gráfico: o conteúdo conseguia mover a pessoa da reação rápida para a elaboração. E, quando alguém elabora, a marca ganha uma janela melhor para entender linguagem, dúvida, expectativa e oportunidade.
O comentário certo vale mais quando vira leitura de comportamento.
A análise qualitativa dos conteúdos dividiu as interações em três perfis: apreciativo, crítico/opinativo e colaborativo. Essa classificação ajudou a separar reação simples, opinião mais elaborada e contribuição com experiência ou proposta.
O ponto mais forte do relatório foi perceber que os comentários críticos e colaborativos não eram ruído. Eles indicavam envolvimento real. As pessoas não estavam apenas curtindo. Estavam contando experiências, fazendo perguntas, discordando, sugerindo melhorias e completando o conteúdo com suas próprias referências.
O case também antecipa uma conversa que continuaria importante: o BB falando com jovens.
Este ponto aparece como leitura estratégica do case. A ação colocou jovens para falar de produtos, serviços, comunicação, educação financeira, empreendedorismo e inovação. Hoje, quando olhamos para a presença do Banco do Brasil em produtos e páginas voltadas a jovens e universitários, o paralelo fica claro: entender esse público não era detalhe. Era direção.
Por isso, este case não fica preso ao relatório. Ele mostra um trabalho de escuta inicial que ajudou a revelar linguagem, dúvidas, desejos e barreiras de um público que bancos precisavam aprender a tratar com menos distância e mais utilidade.
De escuta a oferta
A conversa sobre jovens passa a aparecer em produtos, serviços e comunicação mais segmentada.
Jovens e universitários
O recorte de público ganha espaço próprio, com linguagem de utilidade e acesso.
Continuidade de tema
Educação financeira, acesso digital e vida universitária seguem como territórios relevantes.
O resultado principal foi fazer a plataforma respirar.
O Portal Conhecer e Inovar precisava ser mais do que uma vitrine de conteúdo. Ele precisava parecer habitado. Foi aí que a combinação entre reunião estratégica, persona, moderação, resposta institucional e relatório ganhou valor.
Esse projeto mostra uma competência que aparece em diferentes fases da minha trajetória: entrar em um ambiente complexo, entender suas regras, propor uma camada de linguagem e fazer a comunicação circular com mais intenção.
Para quem olha o case hoje, o ponto central é simples: atuei como redator, moderador, analista, articulador criativo e condutor de comunidade em um projeto sensível, com cliente de grande porte, público jovem, linguagem institucional e metas de participação.
Ficha técnica
Uma comunidade não responde apenas ao conteúdo. Ela responde ao cuidado com que a conversa é conduzida.
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